(eter)

19 janeiro 2007

juventude em marcha

Nos states dizem que são os novos sonic youth.
O rótulo já ninguém lhes tira...

magic dirt - my pal

magic dirt - johnny loves sarah
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18 janeiro 2007

hawley

Como já outros observaram, Richard Hawley tem um excelente disco, "Coles Corner", o primeiro gravado pela Mute Records.

Elegante é o mínimo que se pode dizer do disco do guitarrista que acompanhou ao vivo os Pulp e Beth Orton, entre outros, e seguidor de Scott Walker e Lee Hazlewood.
A propósito, deixo aqui, além do avanço para o novo disco, uma excelente versão de Hawley com Jarvis Cocker do velho mestre ("A Cheat").

richard hawley - coles corner

richard hawley/jarvis cocker - a cheat
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combate

Quantos rounds terá este combate?

versões escolhidas (IV)

Um caso especial, já que muitos se espantaram pela escolha da cover dos Belle and Sebastian de "Baby Jane" de Rod Stewart. Ao que consta, Stuart Murdoch tem uma obsessão pelo homem.
Há razões que a razão desconhece.
Ok, admito que tenho um fetiche por este tema, que é a minha primeira memória dos tempos de quando comecei a frequentar discotecas e este hit estava na berra.
Recordo particularmente a disco que funcionava num hotel nas termas do Luso, que frequentei durante anos de férias pós-Verão, na qual o disc-jockey de serviço devia passar a música 5 a 6 vezes por noite.
Assim se destrói a (pouca) esperança de um início de adolescência prometedor.

belle and sebastian - baby jane

16 janeiro 2007

keyboard

Continuando em 1996, destaco um álbum que os Beastie Boys gravaram nesse ano -"The In Sound From Way Out"- um disco instrumental com uma sonoridade completamente diferente da que associamos ao universo Beastie Boys.
Como já referi anteriormente, a gravação deste disco não terá sido propriamente um acaso, atendendo à boa surpresa que representou o primeiro disco a solo do teclista Mark Ramos Nishita aka Money Mark um ano antes.
Refrescar de ideias ou devaneio de quem tenta a subversão, certo é que foi um dos melhores discos desse período, especialmente para quem não gosta particularmente de Beastie Boys.

beastie boys - lighten up

beastie boys - shambala

12 janeiro 2007

pills

Acompanho desde o início a evolução da música electrónica, tanto na sua vertente mais dançável como na mais atmosférica/ambiental e pode-se dizer que acompanhei com entusiasmo muitos projectos, alguns dos quais ainda continuam a produzir a bom nível.

Nas próximas semanas farei uma retrospectiva de alguns que marcaram a década de 90 e início do novo milénio.
Para ser pouco coerente, o primeiro que vou deixar aqui tem uma sonoridade - o tecno - que gravitou sempre um pouco fora das minhas preferências, excepto nalgumas noites em que a química era analisada de uma perspectiva experimental.
Puro e duro, virado para as pistas, Paperclip People foi um dos projectos de Carl Craig que nem alcançou muita notoriedade, excepto nalguns meios clubísticos underground.
Mas pode-se dizer que "throw", retirado de "The Secret Tapes of Dr. Eich", de 1996, é um clássico e um bom exemplo do que foi certa sonoridade de meados da década de 90.
Já lá vão 10 anos.
E o fim de semana está aí...
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arrumações

Já está disponível na barra da direita o arquivo por artistas, que engloba todos os destaques nos postos do (eter), de modo a ser mais fácil encontrar o que se quer ouvir, além das que estão no posto de escuta aqui ao lado. Já contei quase 130 entradas de músicos/bandas diferentes, assim como no género musical, o que possibilita a sustentação do ecletismo que está escrito lá em cima. Há, porém, alguns géneros musicais que a seu tempo serão alvo de maior atenção, embora ainda tenha de ir postando muitos dos incontornáveis para isto ficar mais composto.
Embora pareça estar atrasado, desejo-vos um bom ano de 2007.

how many miles

Esta foi uma das músicas que mais me fez regressar ao passado e me obrigou a rever imagens um pouco esquecidas na distância temporal e geográfica.

A explicação é simples - a memória dos anos a ouvir Bob Dylan na partilha de momentos inesquecíveis quase que se materializa.
Os nova-iorquinos Walkmen tiveram este ano mais um excelente disco, "A Hundred Miles Off", do qual faz parte a música de que falo, que tem o mérito de ser uma versão ainda superior à original, dos Mazarin, apesar de ser muito semelhante, curiosamente uma música que também é deste ano e que faz parte de um bom disco.

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10 janeiro 2007

partilha

A partilha de música ou a divulgação grátis.
E eu que ainda ontem ouvi o Paulo Branco dizer que não se importa nada com a pirataria, o que lhe interessa é a divulgação.

news

Continuando nos destaques de 2006, vislumbramos finalmente um disco equilibrado do primeiro ao último acorde e que vai beber à fonte dos Violent Femmes, - embora estas comparações sejam sempre restritivas - dos Tapes 'n Tapes, que tiveram em "Loon", o seu disco de estreia, o que poderá ser o início de uma boa carreira. A rever, já que boas influências não faltam. Até vou exagerar nos aperitivos...

tapes 'n tapes - crazy eights

tapes 'n tapes - the iliad

tapes 'n tapes - insistor

tapes 'n tapes - 10 gallon ascots

tapes 'n tapes - cowbell



Outro bom disco é o dos Tap Tap ("Lanzafame"), um projecto nas redondezas Arcade Fire que também teve uma boa estreia.
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tap tap - way to go boy
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tap tap - what a clever thing to say
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tap tap - drink like a boy
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09 janeiro 2007

koop

08 janeiro 2007

lisboa dakar

Thione Seck gravou o ano passado um dos melhores discos na categoria world music ("orientation").

O músico senegalês, corria o ano de 1980, gravou em Dakar a que se pode ouvir aí em baixo:

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06 janeiro 2007

more 80's


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Não sei se estamos de acordo, mas estes envergonhavam os Decemberists...
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tudo o que não se diz


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04 janeiro 2007

80's

Finalmente encontrei!
Já tinha feito umas pesquisas há uns tempos atrás, mas ainda não tinha conseguido a banda sonora dos sábados à tarde nos anos 80.

the love boat theme

listas

Penso que não faz muito sentido, nestes download times, andar a fazer listas de discos do ano, salvo raras excepções.
Quando observamos que o mais interessante surge e se torna visível através da internet, criando assim um mercado per si, sem a influência de editoras, torna-se óbvio que o single, hoje, dita regras.
Os tempos dos longa duração estão cada vez mais distantes e as audições de discos inteiros tornam-se decepcionantes e nostálgicas.
Sinais dos tempos em que o imediato impera, embora nem tudo funcione assim; e se sou adepto do todo que faça sentido, não fico indiferente à nova realidade de singles pagos à unidade, juntando a isto o facto de haver cada vez menos discos interessantes como um todo.
Afinal, quem nunca fez as suas gravações/selecções em cassete de fita, passando depois a fazê-las em cd?
No ano que passou, se o single que mais me tocou foi el perro del mar ("god knows"), que podem ouvir num post em baixo, ficam mais alguns a juntar a outros que desfilaram em posts anteriores, destaques estes sempre incompletos, como é óbvio.
Para os sons fora da esfera anglo-saxónica, mais adiante surgirão os destaques, já que de música intemporal falamos.

koop - koop island blues

knife - marble house

tv on the radio - wolf like me

the good the bad and the queen - kingdom of doom

beirut - scenic world

30 dezembro 2006

prazeres vários



Provar o Poeira e acompanhar o Remy com os Edmundo da Montecristo.
O Quinta do Vale Meão de 2000 também tem os dias contados.

29 dezembro 2006

camera obscura

Da banda escocesa com nome português já se disse que fazem uma pop pastoral e que têm muitas semelhanças com a pop dos anos 60.

Têm um bom disco este ano, até com um cheirinho a country, e com o must retro a dar um toque extra.
O que ainda não se disse foi que Denise James já evoca há algum tempo essas memórias dos fifties/sixties com muita qualidade, como se pode comprovar aqui.
De qualquer forma, têm algumas pérolas, como esta:
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canções perfeitas (II)


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27 dezembro 2006

rhythm & soul

No post anterior aparece uma música sem uma base sólida (rítmica) que a sustente, logo a divagação se torna possível na sustentação virtual desse som atmosférico.Partindo daí, todos os caminhos (escolhas) se tornam possíveis e a mente abre-se de determinada forma, construíndo ou podendo construir uma base de apoio.

No caso presente temos só a base de toda a música arcaica - a base rítmica.E se temos solo divagamos então para o etéreo, atingindo também outro estado extático.

Isto vem a propósito de um estudo que fiz há uns anos e que serviu na altura para a tese de fim de curso, sustentada por um trabalho de campo numa comunidade de auto-exclusão social, em Espanha, mais propriamente numa floresta da Galiza, na qual um dos objectivos dos elementos consistia em obter estados de transe através de alucinogénicos (prrincipalmente naturais, como cogumelos), mas que se prolongavam depois, ou mesmo inciavam-se através da música, em concreto por secções rítmicas repetidas possibilitadas por vários instrumentos de percussão.
Se o respeito em relação ao poder da música já existia, reforçado ficou.
Nada mais natural na fuga ao mundo que nos cerca e aprisiona nos sentidos, afinal, que essa técnica arcaica de êxtase.



26 dezembro 2006

planar

"...a bagpiping masterpiece which - similar to his previous release - celebrates and emphasises the bouncing of sound off a solid force: the physical nature of sound reverberating in a specialised environment."


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make a classic

De tempos a tempos, DJ Shadow faz recuperações deliciosas de sonoridades de décadas passadas que poderiam muito bem ser clássicos da altura.

Já o tinha feito em "Six days" e já este ano voltou a fazer de novo com "This time i'm gonna try it my way".
Se o primeiro evocava algum do sentimento hippie, este dá vida ao tipo de soul que algumas gerações só conheceram com algum Tarantino.
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25 dezembro 2006

22 dezembro 2006

versões escolhidas (III)

Uma das excepções em que se acrescenta algo mais ao original, o que já não é pouco.
A versão dos Massive Attack também seria uma boa hipótese.

yo la tengo - be thankful for what you've got
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19 dezembro 2006

orientalidades ocidentais

Apreciador que sou das sonoridades orientais, entre muitas outras de todas as latitudes, vejo surgir alguns exemplos emergentes de cristalização do 4º mundo.

Se é verdade que o purismo é um dos meus estandartes, admito a democratização (obviamente mixada), desde que traga influências pedagógicas ao povo dramaticamente ignorante, produto do arquétipo cultural dominante.
Posto isto, pode-se considerar de alguma utilidade a música de Susheela Raman, filha de pais indianos e nascida em Londres.
Temos aqui em baixo dois dos melhores exemplos:

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dj shadow

mais 2006

Mais dois avanços para quem quiser fazer a lista dos melhores de 2006:
Micah Hinson, que de azar em azar na vida pessoal fez um bom disco e o projecto de Stephin Merritt (Magnetic Fields), os Gothic Archies.

the gothic archies - run away from the bad beginnings

micah p hinson and the opera circuit - diggin a grave
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14 dezembro 2006

mind

"O conceito de génio como semelhante à loucura tem sido cuidadosamente alimentado pelo complexo de inferioridade do público"
Ezra Pound

peter green - super natural

citações

"A música é o verbo do futuro"
Victor Hugo

"A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido - se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias - a comunicação das almas"
Marcel Proust in "À Procura do Tempo Perdido"

"O homem que não tem a música dentro de si e que não se emociona com um concerto de doces acordes é capaz de traições, de conjuras e de rapinas"
William Shakespeare in "O Mercador de Veneza"

"Só a música pode falar da morte"
André Malraux in "A Condição Humana"

"A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende"
Arthur Schopenhauer

13 dezembro 2006

crackers

Crackers spoil
In the California sun
Autumn leaves
But she never said where she was going
In your heart
Your mind grow dumb
You feign surprise to learn that
That’s where babies come from

In the barracks
By the army cot
There’s a feller who’s just cut his face shaving
And as he bleeds
On his pillow in the dark
Waiting for the morning
when he gets to go online to you

lambchop - crackers.

11 dezembro 2006

dead combo



yo, brother

Não se pode dizer que seja grande conhecedor de hip-hop, excepto na sua vertente influenciadora de sub-géneros instrumentais que partem do drum'n'bass para esses territórios.
Tendo em conta que o ecletismo é uma característica deste blogue, temos um caso de alguém que, nos states, foi sentenciado à prisão perpétua por tráfico de cocaína (!) e que tem talento na área musical onde se insere (inseria) para dar e vender.
A música em baixo é de um projecto algo obscuro - one gud cide - do qual Twisted Black era uma das metades e que gravou em 1995 o disco onde esta música está incluída.

O que me interessa é a qualidade intrínseca, logo a inclusão aqui no (eter), que não será, em princípio, a última no género.
O nome da música é "Game of Life".
Não te esqueças das regras, brother.

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grandes mestres (III)

No Paquistão foi acusado de ter subvertido as rígidas regras da música qawwali, que os místicos islâmicos Sufis interpretam.

Foi dos primeiros a discernir a possibilidade de aproximação dos povos pela música, logo ele que representou uma forte tradição musical mística islâmica.
As canções de oração a várias vozes convivem num ambiente hipnótico de exaltação e transe colectivo, emergindo depois Nusrat com os seus requebros hipnóticos e com a sua potência vocal a lançar o feitiço, como deve acontecer na festa qawwali.
Sendo assim, o mestre cumpre a sua função: a de reduzir a distância entre o criador e a sua audiência, seja qual for o credo desta.

"...a música dos Sufis é como uma ponte que une vários povos. Convida todos a darem as suas mãos. É o caminho da reconciliação."
Nusrat Fateh Ali Khan
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07 dezembro 2006

criatividade


Em tempos tão escassos de criatividade musical, onde a reciclagem é palavra de ordem, raros são aqueles que ainda conseguem inovar, surpreender e, simultâneamente, manter a qualidade bem alta.
Temo bem que actualmente não se vislumbre muito mais além dos excelentes Fiery Furnaces.
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Disco do ano?
Não.
O som para a próxima década.
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video

Melhor do ano?
Diz-se por aí que é este...
bonnie "prince" billy - "cursed sleep"

2006

Um dos discos do ano (se bem que não seja grande adepto dessas listas, que quase nunca são as minhas) será o da colaboração entre Isobel Campbell e Mark Lanegan "Ballad Of The Broken Seas". Fica o mp3 e o vídeo.

isobel campbell e mark lanegan - ramblin' man

05 dezembro 2006

concertos (cat power)

Festival Radar, Cat Power, Aula Magna 4/12/2006
Numa sala completamente esgotada, em que muita gente teve de ficar de pé, a menina entrou feliz e saltitante, dançando nos seus brand new portuguese shoes.
Se a banda era competente, também era, na mesma medida, aborrecida e previsível.
Afinal não vieram as back vocals nem os violinos mas, ironia, o concerto só melhorou quando a banda saíu e ficou a estrela só em palco, mostrando então o seu brilho intenso e um fogacho de um talento enorme, além da prova de que seria num concerto mais intimista e numa sala mais pequena que todo esse brilho se intensificaria.
O público teve até direito a uma das cenas que tornaram os seus espectáculos famosos, interrompendo a música a meio para dar indicações aos técnicos de som (o que resultou, diga-se) e, inclusive, parar e deixar a música para iniciar outra.
Depois de saber quais as bandas que já a acompanharam em concertos nos states, esta, como já referi, deixou a desejar, embora fosse competente.
Deprimente foi observar a apoteose em que Cat Power saíu, levada por um público que mostrou um grau de exigência muito reduzido, num concerto que até a própria sentiu que não terá sido muito conseguido e que teve o bom senso de não fazer encores.
Longe de ser um mau concerto, foi apenas (para as expectativas) bonzinho, muito pelo equívoco de uma banda que me parece não se ajustar à sonoridade cat power, a pedir mais contenção e emoção.

04 dezembro 2006

punk

Li algures - sobre bandas punk do passado - que os Clash isto e os Ramones aquilo.
Mas, embora não desgoste dos atrás referidos e Sex Pistols à parte, os nomes que mais atitude punk tinham (embora totalmente diferentes) e que mais contribuíram para o meu universo musical foram os Cramps e os Dead Kennedys.

the cramps - human fly

the cramps - she said

dead kennedys - too drunk to fuck

dead kennedys - california über alles
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02 dezembro 2006

versões escolhidas (II)

Aqui há uns tempos descobri que alguém tinha gravado uma versão de uma música que pertence a um dos meus discos preferidos, um dos que grande influência tiveram em mim.

Tinha na altura 15 anos quando saíu e o comprei, o que em parte explica muita coisa.
Mas quando ouvi a versão, logo as memórias apareceram, imagéticas, recordando especialmente uma petite fille parisienne conhecida nesse verão e que, ironia do destino, tinha uma paixão por esse disco.
Escusado será dizer que nem foi necessário grande esforço linguístico, no que ao vocabulário francês diz respeito.
O disco "Hounds of Love" é de Kate Bush e data de 1985.
A versão é dos Placebo.
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contacto espacial


O excelente Rogério Casanova da Pastoral Portuguesa resolveu linkar o (eter) com um dos seus anagramas.

E se já desconfiava da distância que me separava daqui, a confirmação chegou.
Fica aí então o Olá de Marte com a banda sonora correspondente para o que resta do fim de semana.
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