melhores de 2007
No que diz respeito à música, 2007 foi um ano de muitos e bons discos, embora, quanto a mim, não haja algum que se destaque a grande distância dos demais.
No que diz respeito à música, 2007 foi um ano de muitos e bons discos, embora, quanto a mim, não haja algum que se destaque a grande distância dos demais.
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cj
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Estava a pensar tentar uma surpresa aqui, mas depois de ver a Sabrina cantar na RTP com os gato fedorento, desisti da ideia.
Além disso, fiquei estupefacto com o estado de saúde da menina.
A evolução da espécie no seu estado natural, ao vivo.
Quem dizia que os 80's não sobreviveriam ao séc. XXI?
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Os nomeados para melhores discos deste ano que aqui têm sido apresentados com as respectivas amostras - e que vão continuar - excluem os discos que foram sendo referidos ao longo do ano.
Incluem-se, portanto e obviamente, os discos de Bill Callahan ou Arcade Fire, entre outros.
Assim sendo, os que aparecerem nestas nomeações farão parte de uma lista, da qual constam ainda os que foram mencionados anteriormente, da qual serão escolhidos aqueles que foram, para mim, - e dos que conheço - os melhores deste ano, o que deverá acontecer, se não até final do ano, no início de 2008.
Não quero deixar de fazer uma referência para as capas de alguns discos.
Algumas são tão boas que favorecem inconscientemente o conteúdo...
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................................P J Harvey - White Chalk
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p j harvey - dear darkness
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p j harvey - silence
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.................................Panda Bear - Person Pitch
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panda bear - take pills
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panda bear - bros
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..........................José González - In Our Nature
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josé gonzález - how low
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josé gonzález - down the line
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Vivendo nesta terra de fenómenos como é o Pinhal Novo, dei por mim a pensar como é que ainda não tinha feito um destaque a duas bandas míticas que estão ligadas a esta vila-cidade.
Os Comme Restus, embora os seus membros não sejam na totalidade de Pinhal Novo (na verdade é só um e não sei se ainda toca), é uma banda amiga da terra e recordo um memorável concerto aqui ao lado da adega (onde hoje fica o hipermercado Modelo), o qual estava integrado numa festa que foi a primeira iniciativa do género do amigo João Miguel Feijão (primeira e última, que assim é que se criam os mitos - neste caso uma festa mítica, para quem lá esteve).
O palco foi destruído no final do concerto, como faz parte de uma boa actuação e foi uma das primeiras desta banda, que se tinha formado há pouquíssimo tempo, já há uns 20 anos.
Hoje têm um cd lançado (comprar), mas os clássicos já vêm dessa altura:
"amandame côa paxaxa pus dentes"
"morte aos ciquelistas"
"punheta de mamas"
"eu xamome Ãtónio"
etc.
E letras como:
"keinsse xórisse"
Keinsse xórisee, tás tode quitade pá
Olha, bute lá andar pá, bute lá andar umbocado pá
Olha, bebe uma jeca quisso passa pá maluco
E asseguir, asseguir dálhe cuma jarda pá
À pá sóce, é isse é isse pá, tás mesme lá
"Paxaxa Plus Dentes"
Lava-me os dentes com o teu fluido vaginal
Deixa-me chupar a tua glândula urinária
"O Limdo Sorriso Do Meu Cão"
Levei o meu cão a passear
À procura dum sítio p'ra mijar
Foi contra um poste e disse-lhe "bom dia"
E o poste respondeu "vai pá cona da tua tia"
nota: o keinsse xórisse deve-se ler/cantar com sotaque setubalense...
Deixo-vos algumas dessas pérolas:
comme restus - eu xamome Ãtónio
comme restus - as bóias são noços amigos
comme restus - quéque fõi

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Neil Young - Chrome Dreams II (2007)
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"Mestre" é hoje considerado um dos melhores discos portugueses de todos os tempos.
O disco foi gravado em França, no mesmo estúdio onde José Afonso gravou "Cantigas do Maio".
É constituído por músicas com poemas de Bocage, Alexandre O'Neill, Ary dos Santos,Fernando Pessoa e Sophia de Mello Breyner Andresen.
O facto de terem gravado estes poetas vale-lhes a confiscação do disco por três meses pela famigerada Comissão de Censura. (fonte)
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Gravado no Srawberry Studios, França, em Novembro de 1972.
Editado em 1973.
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Pedro Castro - Violas Baixo e Acústico, Voz, Coros, Kazoo
José Castro - Piano, Xilofone, Voz, Coros
Rui Reis - Piano, Órgão, Cravo
Júlio Pereira - Violas Solo, Baixo e Acústica
João Seixas - Bateria e Percussão
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Album nunca editado em CD.
Digitalizado a partir do LP em vinil.
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Já aqui expressei em vários momentos o quanto gosto da língua francesa.
Mas a novidade desta vez é que não irei falar de Gainsbourg ou Brel, mas sim de uma novidade que se vai fazer ouvir (eu sei, só daqui a um ano, por aí...) no futuro.
A banda BB Brunes é parisiense, foi formada em 2005, gravaram este disco no ano passado e ecos da terra do senhor Eiffel dizem que o rock está de volta à língua francesa.
Vamos lá então ouvi-los, pela primeira vez em Portugal...
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bb brunes - le gang
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bb brunes - perdus cette nuit
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bb brunes - dis-moi
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bb brunes - pas comme ça
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Continuo nos anos 70, como se vê...
Não, esta não é a capa do disco que contém a musiquinha aqui incluída.
Mas têm de concordar que esta é uma grande capa.
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"A Banda Corpo Diplomático é um acontecimento emblemático da música punk/new wave em Portugal, aparecendo mesmo no fim dos anos 70, mas que foram esquecidos em virtude da vertente vanguadista da sua música, mas que mais tarde se irá popularizar ou massificar na Banda Heróis do Mar .
Tendo a sua origem na banda verdeiramente punk, os Faíscas, dos quais infelizmente não existem gravações, mas apenas na memória de alguns que a viram ao vivo.
Felizmente os Corpo Diplomático conseguiram deixar o seu som gravado em Vinil ( hoje muito difícil de encontrar), O LP intitulado Música Moderna .
Segundo boatos, até as master tapes desapareceram, o que impede a publicação de uma banda marcante da cultura musical portuguesa, já com quase 30 anos, mas cujo som ainda é totalmente actual."
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corpo diplomático - kayatronic
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corpo diplomático - bombista
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Foi tudo na vida - cantor, actor, palhaço, toureiro.
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curtis mayfield - pusherman
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curtis mayfield - freddie's dead
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(esperando que o Tomás, que nasceu ontem, venha a gostar, ó Maurício)
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Penso que Tiago Bettencourt é o melhor escritor de canções em português da actualidade.
Difícil pela língua, não tanto pelo panorama em redor.
O disco "O Jardim", que saíu dia 1 deste mês e que assina em conjunto com a banda Mantha, poderia ser a demarcação relativamente aos Toranja, mas infelizmente não é.
Infelizmente, porque - embora não desgoste de Toranja - as letras escritas pelo Tiago são boas demais para se dispersarem numa embalagem musical pouco criativa, que só existe, salvo honrosas excepções, para fazer o embrulho das letras.
Se sempre me pareceu que a música nunca chegou ao nível da letra, com mais certeza fiquei quando o ouvi cantar uma canção unplugged do novo disco na Radar.
De qualquer forma, ficam aqui alguns exemplos que me desmentem - ou confirmam -, embora espere pelo disco verdadeiramente a solo, só com uma guitarra e, vá lá, um violino, com a intensidade daí resultante.
Irá ser, ainda assim, um dos melhores discos portugueses deste ano.
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tiago bettencourt & mantha - o lugar
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tiago bettencourt & mantha - o campo
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tiago bettencourt & mantha - a praia
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kenzo saeki - le poinçonneur des lilas
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Correndo o risco de chegar atrasado ao fabuloso passatempo de verão b-site / melofobia deixo, ainda assim, a minha proposta.
Pensando num Bond em ambiente oriental, de modo a acompanhar a preocupação política dos últimos anos, deixo uma alternativa acidificada, com o deserto em fundo e visão distorcida pelo calor.
Embora seja algo arrojada é, obviamente, uma escolha para ganhar...
sukia - vaseline & sand
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De volta após as férias, eis algumas das leituras escolhidas:
Os Melhores Contos de H. P. Lovecraft"
O grande mestre do fantástico, neste segundo volume que a editora Saída de Emergência em boa hora editou, com traduções de mais alguns dos contos inicialmente publicados na mítica revista "Weird Tales".
Destaque para o grande conto "Através dos portais da chave de prata" e todos os contos em torno de Randolph Carter.
Imperdível.
Arturo Pérez-Reverte - "O Pintor de Batalhas"
Talvez o melhor livro do espanhol, que regressa às suas memórias de repórter de guerra para construir um romance onde expõe a sua desilusão e falta de fé na humanidade.
O pior é que talvez não ande longe de capturar o retrato da natureza humana.
Bom livro, por vezes duro.
Michael Moorcock - "Eis o Homem"
A controversa obra datada de 1966 numa tradução portuguesa deste ano, ficcionando a vida de Cristo.
Questiona a importância de Jesus ter realmente existido e o que é mais importante, se a fé ou a História.
Retrata Maria como uma libertina, José desiludido e amargo e Jesus como deficiente mental, o que já não é pouco.
Curiosamente, aquando da edição original a polémica nem foi muito grande; já com o fenómeno Brown foi o que se viu.
Cormac McCarthy - "A Estrada"
Este comecei, mas a aridez desinspirou-me...
Lá voltarei quando tiver coragem.

Jed Rubenfeld - "A interpretação do crime"
Um thriller histórico, que também gosto deles, especialmente se houver Freud e Jung metidos ao barulho. Cinematográfico.
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Quanto a sons, posso acrescentar que os discos mais ouvidos foram "Cripple Crow" de Devendra Banhart, com breves incursões num disco deste ano do qual ainda não falei, de Laura Peek & The Winning Hearts, "From the Photographs"; revisitei algumas vezes "Forever Changes" dos Love, assim como voltei em força a Bonga, especialmente "Angola 72" - que decerto fará lembrar muitas tatuagens - e um disco de 2005 que não conhecia: "Maiorais".
Aliás, é deste último que deixo uma faixa que fez as delícias da pequenada, especialmente na parte do coro. Como diz um amigo meu, Bonga é um gigante.
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