portugal, anos 70
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Foi tudo na vida - cantor, actor, palhaço, toureiro.
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Foi tudo na vida - cantor, actor, palhaço, toureiro.
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curtis mayfield - pusherman
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curtis mayfield - freddie's dead
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(esperando que o Tomás, que nasceu ontem, venha a gostar, ó Maurício)
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Penso que Tiago Bettencourt é o melhor escritor de canções em português da actualidade.
Difícil pela língua, não tanto pelo panorama em redor.
O disco "O Jardim", que saíu dia 1 deste mês e que assina em conjunto com a banda Mantha, poderia ser a demarcação relativamente aos Toranja, mas infelizmente não é.
Infelizmente, porque - embora não desgoste de Toranja - as letras escritas pelo Tiago são boas demais para se dispersarem numa embalagem musical pouco criativa, que só existe, salvo honrosas excepções, para fazer o embrulho das letras.
Se sempre me pareceu que a música nunca chegou ao nível da letra, com mais certeza fiquei quando o ouvi cantar uma canção unplugged do novo disco na Radar.
De qualquer forma, ficam aqui alguns exemplos que me desmentem - ou confirmam -, embora espere pelo disco verdadeiramente a solo, só com uma guitarra e, vá lá, um violino, com a intensidade daí resultante.
Irá ser, ainda assim, um dos melhores discos portugueses deste ano.
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tiago bettencourt & mantha - o lugar
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tiago bettencourt & mantha - o campo
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tiago bettencourt & mantha - a praia
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kenzo saeki - le poinçonneur des lilas
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Correndo o risco de chegar atrasado ao fabuloso passatempo de verão b-site / melofobia deixo, ainda assim, a minha proposta.
Pensando num Bond em ambiente oriental, de modo a acompanhar a preocupação política dos últimos anos, deixo uma alternativa acidificada, com o deserto em fundo e visão distorcida pelo calor.
Embora seja algo arrojada é, obviamente, uma escolha para ganhar...
sukia - vaseline & sand
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De volta após as férias, eis algumas das leituras escolhidas:
Os Melhores Contos de H. P. Lovecraft"
O grande mestre do fantástico, neste segundo volume que a editora Saída de Emergência em boa hora editou, com traduções de mais alguns dos contos inicialmente publicados na mítica revista "Weird Tales".
Destaque para o grande conto "Através dos portais da chave de prata" e todos os contos em torno de Randolph Carter.
Imperdível.
Arturo Pérez-Reverte - "O Pintor de Batalhas"
Talvez o melhor livro do espanhol, que regressa às suas memórias de repórter de guerra para construir um romance onde expõe a sua desilusão e falta de fé na humanidade.
O pior é que talvez não ande longe de capturar o retrato da natureza humana.
Bom livro, por vezes duro.
Michael Moorcock - "Eis o Homem"
A controversa obra datada de 1966 numa tradução portuguesa deste ano, ficcionando a vida de Cristo.
Questiona a importância de Jesus ter realmente existido e o que é mais importante, se a fé ou a História.
Retrata Maria como uma libertina, José desiludido e amargo e Jesus como deficiente mental, o que já não é pouco.
Curiosamente, aquando da edição original a polémica nem foi muito grande; já com o fenómeno Brown foi o que se viu.
Cormac McCarthy - "A Estrada"
Este comecei, mas a aridez desinspirou-me...
Lá voltarei quando tiver coragem.

Jed Rubenfeld - "A interpretação do crime"
Um thriller histórico, que também gosto deles, especialmente se houver Freud e Jung metidos ao barulho. Cinematográfico.
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Quanto a sons, posso acrescentar que os discos mais ouvidos foram "Cripple Crow" de Devendra Banhart, com breves incursões num disco deste ano do qual ainda não falei, de Laura Peek & The Winning Hearts, "From the Photographs"; revisitei algumas vezes "Forever Changes" dos Love, assim como voltei em força a Bonga, especialmente "Angola 72" - que decerto fará lembrar muitas tatuagens - e um disco de 2005 que não conhecia: "Maiorais".
Aliás, é deste último que deixo uma faixa que fez as delícias da pequenada, especialmente na parte do coro. Como diz um amigo meu, Bonga é um gigante.
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O meu toque de telemóvel, de há uns anos para cá, é este:
ac/dc - tnt
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Quando surgirem as listas de melhores do presente ano, o disco dos The National, "Boxer", fará certamente parte dos lugares de destaque.
Merecido, acrescente-se, dentro da sonoridade que está na moda, bastando recordar Interpol, Editors e todos os filhos bastardos de Ian Curtis revisited.
the national - fake empire
the national - brainy
the national - squalor victoria
the national - guest room
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Infelizmente, neste último dia só consegui chegar a tempo de ouvir as duas últimas músicas dos Gossip, com muita pena minha, pela curiosidade que tinha, apoiada por vários relatos de concertos da banda.
Ainda assim, pela reacção do público, deu para perceber que foi um bom concerto (embora sem strip), mas fica a decepção, acrescida ainda do facto de não ter visto Micro Audio Waves e X-Wife. Paciência.
Ficou, no entanto, a certeza que tanto os Gossip como os TV On The Radio perderam bastante por tocarem de dia.
Quanto aos outros, os Scissor Sisters deram um bom concerto e mostraram-se bastante contentes por estarem em "Lisbian" e os Interpol deram um concerto sóbrio e competente, embora mais puxados pelo público do que o inverso, notando-se já algum culto de que são alvo em Portugal.
Surpresa foi ver como o público de um festival de rock recebeu os Underworld, fazendo a festa, o que mostra que o público já não é tão específico como aqui há alguns anos.
Este ecletismo é bem vindo, embora pense que poderia haver outra escolha em detrimento dos Underworld, com mais bpm e outra atitude, e volto a insistir nos Spektrum, que seriam, quanto a mim, a escolha indicada.
Provas?
Ok.
spektrum - kinda new
E mais:
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Até ao momento, já houve a oportunidade de assistir a concertos em:
plano espiritual: arcade fire
plano sensorial: lcd sound system
bom plano: magic numbers
velocidade cruzeiro: bloc party
plano de merda: jesus & mary chain
Os outros passaram pelo palco sem grande história.
Hoje é o dia com o cartaz mais equilibrado, mas é pena que os Gossip ou os Tv On The Radio não tenham honras de ficarem logo atrás dos cabeças de cartaz.
Seria bastante mais interessante, quanto a mim, colocá-los no lugar de Bloc Party e Jesus & Mary Chain, por exemplo.
Sendo assim vão tocar de dia...
Depois do que vi até agora, deixo algumas sugestões para o próximo ano:
portugal: quinteto tati; balla
tarde: nouvelle vague; el perro del mar; bill callahan
noite: spoon; peaches; she wants revenge; arcade fire
Pelo que se viu ontem com LCD Sound System, nomes como os Spektrum também poderiam fazer sentido neste festival, já que o rock se cruza muitas vezes com a electrónica, com bons resultados.
Hoje temos um belo cartaz.
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Vou estar no Super Bock Super Rock a acompanhar todos os concertos, num festival que promete pelo grande cartaz de rock, em relação ao qual não há grande divergência de opiniões.
Mas a grande questão, divergente ou não, será:
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To strip or not to strip?
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the gossip - eyes open
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the gossip - yr mangled heart
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Os Belle & Sebastian, não satisfeitos com as suas próprias canções, desatam a tocar em todos os concertos versões que indicam uma cultura musical eclética e de referências sem mácula, indo de Mutantes a Serge Gainsbourg, passando por Pixies, Bee Gees ou Velvet Underground.
belle & sebastian - waiting for my man
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belle & sebastian - a minha menina
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belle & sebastian - stayin' alive
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Tudo bem - a homenagem é boa, a intenção conta e a canção é bonita.
Mas custava muito ter arranjado um tradutor português?
A não ser que essa atitude hippie seja só fogo de vista e a ideia seja mesmo agradar ao público hispano-americano.
Acerca da estética da foto nem me vou pronunciar.
devendra banhart - santa maria da feira
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(adenda: não percam o concerto desta menina no dia 28 de Junho, na Torre de Belém, integrado no África Festival.)
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mercedes sosa - sufrida tierra
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dois meses depois:
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twilight circus dub sound system - in dub vol. 1 (1995)
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Quando a estagnação parecia eminente, eis que em 1995 é lançado mais um clássico, embora recente.
Relembro que mais abaixo está outra música deste disco, "dub statikk".
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twilight circus dub system - dub frequency
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twilight circus dub system - rocking dub
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(nota : não vou aqui deixar os mais óbvios discos de Lee Perry ou King Tubby, mas sim destacar os clássicos menos conhecidos do público em geral)
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Antes de prosseguir com o desfile dos mais importantes discos de dub, considerados clássicos, - e já que estou a tratar deste assunto no momento - aproveito para discordar no que ao dub diz respeito, embora pense compreender os motivos.
Recusar à partida uma arte que se desconhece, seja por preconceito ou - principalmente - por desconhecimento da natureza do seu aparecimento, o que pressuporia alguma discussão acerca de alterações de estados psíquicos induzidos, parece-me um pouco leviano, embora aceite o julgamento puramente estético.
Longe de defender o que quer que seja, temo que a discussão desta questão se tornaria inconsequente, já que haveria, desde logo, um problema de natureza semiótica.
De qualquer forma deixo aqui alguns exemplos de dub nas suas mais diferentes formas, épocas e latitudes, na esperança de converter ou, pelo menos, de inspirar alguma crença nos cépticos que por aqui passem, numa tentativa - talvez vã - de provar que a máquina é um passo necessário para chegar novamente à pessoa, às raízes e, assim, homenagear todos os Ludds que temos dentro de nós.
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groundation - dub rise
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scientist - give them dub
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oki dub ainu band - iutaphoonic dub
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lee perry - chase the devil
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ashtec - earth orbit
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creation rebel - african space
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twilight circus dub sound system - dub statikk
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exodus quartet/thievery corporation - the far east coast
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jonathan richman - egyptian reggae
jonathan richman - i'm straight
jonathan richman - rooming house on venice beach
jonathan richman - astral plane
jonathan richman - pablo picasso
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(afinal é 4ª ...)
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Embora não seja um grande disco de versões, já que estão demasiado próximas dos originais, há uma excepção que é a que aparece aqui em baixo.
Além disso, uma senhora com mais de 60 anos ainda sente o cheiro do espírito juvenil, o que é de assinalar...
patti smith - smells like teen spirit
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00:24
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Desde a semana passada, e sem aviso prévio, o filexoom apagou todos os ficheiros que sustentam este blogue.
Não sei se voltarão a disponibilizá-los, mas a respectiva ameaça de bomba já foi endereçada.
De qualquer maneira, fiz em bom tempo uns uploads paralelos e muitos dos ficheiros podem ser encontrados aqui, mas a partir de agora, aconselho que gravem o que interessar rapidamente, pois não sei quando se irá repetir a graça.
Não vou fazer os uploads novamente, já que se tratam de 2 Gb, mas quem tiver especial interesse em alguma(s) das músicas que por aqui passaram, podem fazer o pedido via e-mail, que disponibilizarei novamente no post correspondente.
A emissão segue dentro de momentos.
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cj
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O Festival Músicas do Mundo deste ano tem um programa excelente.
Confirmem aqui.
Deixo ainda uma das bandas mais interessantes que vão passar por cá, à atenção dos - como eu - apaixonados por dub:
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oki dub ainu band - east of kunashiri
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