novidades 2009 - animal collective

A desconstrução continua.
(Ou o futuro agora).
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animal collective - daily routine
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animal collective - no more runnin
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A desconstrução continua.
(Ou o futuro agora).
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animal collective - daily routine
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animal collective - no more runnin
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Um dos discos de culto menos conhecidos foi gravado pelos Ofege quando ainda eram estudantes, na Nigéria, em 1973.
Para os conhecedores deste tipo de som este disco é um clássico que, ainda assim, permaneceu desconhecido fora desse circuito de apreciadores de música de raízes afro.
A boa notícia é que este mítico disco de estreia dos Ofege vai ser lançado em formato cd, embora não chegue a Portugal às lojas físicas.
Grande disco.
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ofege - nobody fails
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ofege - whizzy ilabo
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ofege - ofege
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É o primeiro post "oficial" dedicado a discos raros, daqueles que se vendem entre coleccionadores atingindo preços exorbitantes.
Já aqui apareceram alguns, mas esta nova rubrica é dedicada aos que são cobiçados por qualquer coleccionador que se preze, a maior parte sem reedição noutro formato que não seja o vinil.
Agradeço desde já a quem tiver algumas pérolas e meio de digitalizar, que envie para o e-mail do (eter).
Começamos com "Fully Loaded", disco de 1974 dos Magnum, um dos discos funk mais raros de sempre que, embora não tenha sido tão inovativo como os discos da altura de Sly & The Family Stone ou os Parliament de George Clinton, é um belíssimo disco obscuro e esquecido, mas raro e valorizado pelos audiófilos mais informados.
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magnum - evolution
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magnum - witch doctor's brew
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A banda sonora que me permitiu conhecer o trabalho de Jocelyn Pook, senhora que tem trabalhado principalmente com companhias de dança, embora tenha feito alguns trabalhos para cinema.
Aproveitando o grande caldeirão da world music e partindo da música clássica, é uma criadora de ambientes por excelência, aqui exemplificados por estas duas peças sublimes que deram uma dimensão extra ao último filme de Kubrick.
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jocelyn pook - masked ball
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jocelyn pook - migrations
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Seguramente a compilação do ano, que ainda agora foi lançada e já se tornou no disco mais falado do momento.
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feist & ben gibbard - train song
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grizzly bear - deep blue sea
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beirut - mimizan
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david sitek - with a girl like you
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andrew bird - the giant of illinois
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Mais um disco que a boa memória não deixa esquecer e que marcou a época, embora esteja um pouco esquecido.
Um dos mais marcantes discos do "quinto beatle", que inclui a primeira gravação de "My Sweet Lord", composta por George Harrison.
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billy preston - my sweet lord
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billy preston - i've got a feeling
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billy preston - encouraging words
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Infelizmente não estive presente no FMM de 2007, mas depois de ter o privilégio de assistir à sessão de apresentação do documentário produzido pelo amigo Paulo Nobre sobre o melhor festival em Portugal, conheci algumas surpresas, entre as quais estes rapazes de Chicago.
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hypnotic brass ensemble - tarik
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hypnotic brass ensemble - juke box
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hypnotic brass ensemble - alyo
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Tal como prometido, aí ficam mais umas amostras de dois discos anteriores ao destacado recentemente, de Raphaël Haroche.
As duas primeiras pertencem a "La Réalité" de 2003 e as duas últimas a "Caravane" de 2005.
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raphael - la memoire des jours
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raphael - des mots
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raphael - ne partons pas fâchés
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raphael - la route de nuit
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Não posso deixar de expressar a minha solidariedade ao Luís Miguel Oliveira.
Obviamente, como todos (...) sabemos, não há nada pior que uma multidão em fúria.
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Estamos a poucas semanas do Carnaval e é sobejamente conhecida a tendência de importação dos ritmos trazidos pelos escravos africanos para a nossa imitação barata de Carnaval do Rio.
De modo a minimizar os estragos auditivos (e de humor) que alguns artistas do género proporcionam, o melhor que temos a fazer é recordar os verdadeiros mestres.
Paulinho da Viola, um dos grandes mestres do samba a par de Cartola, Ary Barroso ou Elton Medeiros, entre outros, é um dos meus preferidos.
Embora o Carnaval de Veneza se aproxime mais do modelo do Carnaval moderno (no sentido vitoriano) e seja mais do meu agrado, o samba é outra conversa e aqui estamos nos meandros da religião.
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paulinho da viola - guardei minha viola
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paulinho da viola - no pagode do vava
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paulinho da viola - argumento
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paulinho da viola - tudo se transformou
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Anda um gajo a preparar o terreno, à laia de quem cansa o touro para depois espetar a farpa quando aparecem os desmancha-prazeres a tirar o pão da boca no último segundo.
Bem, perdido o efeito surpresa resta-me recomendar o nome que em Portugal ninguém parece conhecer e que já vai no quarto disco com este "Je sais que la terre est plate".
Mais estranho se torna o caso da pouca divulgação do rapaz por estes lados, quando o anterior disco - "Caravane" - foi o campeão de vendas em França em 2005 com... 1 800 000 discos vendidos.
Então mas até o pessoal que anda emigrado por aquelas bandas anda assim tão distraído?
Ficam as amostras do último disco de Raphaël Haroche do ano passado, em breve farei um resumo do melhor que ele fez no passado com os brindes musicais, as always.
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raphael - le vent de l'hiver
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raphael - je sais que la terre est plate
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raphael - adieu haiti
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Não é muito normal aparecerem no (eter) discos relativamente recentes.
O.K., aparecem os mesmo muito recentes nas novidades, mas neste caso refiro-me a discos com 4/5 anos que não são novidade mas que ainda não estão esquecidos, não havendo por isso necessidade de os desenterrar.
O caso deste disco de 2004 é diferente, já que é um disco incontornável para quem gosta da chanson e dos clássicos franceses e na altura o blogue ainda não existia.
Depois da explicação em jeito de expiação, fica a música de um dos grandes nomes da música francesa actual.
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vincent delerm - les filles de 1973 ont trente ans
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vincent delerm - quatrime de couverture
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vincent delerm - le baiser de modiano
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Desta vez a canção em destaque é uma das minhas canções fetiche, que está no posto de escuta aqui ao lado desde sempre.
Originalmente gravada por Jeanette em 1974 e escrita por José Luis Perales, atingiu alguma fama nesses anos 70 de enevoada memória.
Esta versão ao vivo pertence ao grande Vincent Delerm que convidou Jeanne Cherhal para cantar a mais doce canção desses anos vividos em tons sépia.
vincent delerm & jeanne cherhal - porque te vas
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Neste caso não deveria falar em disco perdido mas em banda esquecida.
Falando neste caso em "Olden", disco da banda 16 Horsepower que reúne gravações antigas entre 1993 e 1994 e foi lançado em 2003 e que antecipou a extinção da banda em 2005, falamos num disco obrigatório para qualquer audiófilo que se preze.
A banda de David Eugene Edwards terá culto assegurado daqui a mais alguns anos quando todos se esquecerem destes discos. E acontecerá a redescoberta para novos audiófilos.
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16 horsepower - american wheeze
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16 horsepower - coal black horses
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16 horsepower - scrawled in sap
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12:28
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Continuando na linha electrónica, outra banda que se evidenciou.
Os Crystal Castles fizeram um bom disco, que entrou nalgumas listas dos melhores de 2008.
Ficam aqui alguns temas.
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crystal castles - crimewave
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crystal castles - magic spells
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crystal castles - air war
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É sempre assim. Mal acaba o ano começo a receber os lançamentos atrasados de fim de ano.
Vou então destacar um disco lançado em Dezembro, poucos dias antes do Natal, de alguém que entrou na compilação sensação de 2007.
Falo da compilação "After Dark" da editora Italians Do It Better e dos Glass Candy, que lançaram nesse mesmo ano um dos melhores discos do ano (Beatbox) e agora surge este "Deep Gems: A Collection Of Singles B Sides & Rarities".
Não é um novo disco, mas vale o suficiente para ser destacado. Espera-se também o novo dos Chromatics, que tiveram em 2007 um disco que figurou nos meus 3 preferidos (Night Drive) e que, agora com mais um ano, creio ser mesmo o meu preferido desse ano e também notícias de Farah.
Espero igualmente novas da editora que os lançou e criou expectativas que tardam a ser confirmadas.
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glass candy - poison or remedy
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glass candy - the beat's alive
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glass candy - geto boys
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glass candy - touching the morning mist
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A tarefa de fazer destaque a um disco feito por portugueses não costuma ser difícil, tal a pouca quantidade de propostas de qualidade.
Se bem que em 2008 tivemos mais um excelente disco dos Dead Combo, assim como a confirmação dos Pontos Negros ou os Deolinda e a festa dos Buraka Som Sistema.
Tudo bons discos, sem dúvida, mas sem a originalidade de uma descoberta daquelas que fazem repensar o estado da música em Portugal.
Então, eis que surge o disco dos Gala Drop.
Ao que sei, deram uns concertos por aí em locais com 8 ou 10 pessoas na assistência.
Para os definir musicalmente, teremos de evocar, em primeiro lugar, a liberdade creativa como ponto de partida e de chegada, depois o tribalismo africano e o dub de Lee Perry, tudo envolto num psicadelismo que emerge naturalmente.
No cenário electrónico temos tido alguns fogachos que se vão desvanecendo lentamente, mas até agora nenhum tinha atingido este nível logo ao primeiro registo.
Até pode ser que nunca cheguem a passar de um projecto esporádico, mas há aqui algo que indica que existem ideias para avançar a partir do caos. Aguardemos.
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gala drop - ital
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gala drop - dabum
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Aproveito este espaço para desejar a todos os leitores/ouvintes um Natal feliz, com muita paz, saúde e amor.
Aproveito também para vos deixar uma música que uma leitora me enviou de uma rapariga que eu não conhecia, mas que é amiga de Joanna Newsom, o que já é uma boa referência, portanto.
Obrigado, Nico.
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alela diane - pieces of string
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Antes de saírem as listas da imprensa e a umas semanas do final do ano, deixo aqui os meus destaques deste ano que está a terminar, para não haverem dúvidas e confusões acerca de dicas, etc., além de não acreditar que nestes últimos dias do ano saia algum disco voador.
Como é hábito, não vou atribuir numeração às escolhas.
Já foram desfilando por aqui durante o ano os discos que o marcaram mas, como é óbvio, a prova do tempo vai comprovar ou refutar algumas escolhas aqui feitas.
Muitos mais poderiam figurar aqui (quem acompanha o blogue saberá quais pelos comentários feitos na altura), mas vou fazer referência a 5 discos apenas.
Não querendo ser injusto porém, reitero que qualquer dos discos que por aqui passaram nos meses anteriores nas "novidades 2008" são todos bons discos.
Estes destaques que ficam em jeito de mini-lista têm uma razão de ser que é explicada abaixo, ficando de fora mais uma vez os discos mais conhecidos e que já todos sabem que irão ser agraciados pelas listagens "profissionais".Disco espiritual, foi crescendo com as audições de forma a ser já uma forte referência.
Um disco que me apanhou desprevenido, embora já o primeiro álbum homónimo fosse um dos melhores de 2006, com pérolas como "Auburn and Ivory" ou "Childhood".
As referências Mazzy Star parecem-me justas, mas há aqui muito mais complexidade; onde se (ou)via atitude, aqui respira-se comprometimento.
Não é um disco de fácil digestão, mas entranha-se profundamente, naturalmente.
Ou muito me engano ou temos culto assegurado para os próximos anos, a não ser que andem todos muito distraídos.
beach house - you came to me
beach house - gilaIrá ser um dos discos da imprensa, mas não podia deixar de assinalar a estreia desta "superbanda" que, pegando nas melhores referências do passado, fez um grande disco.
Não era por acaso que eu alertei para o facto das minhas escolhas deste ano não contemplarem grandes novidades estilísticas, todos os grandes discos deste ano foram fortemente influenciados pelo melhor que já se fez no passado.
last shadow puppets - standing next to me
last shadow puppets - my mistakes were made for you
Eis um dos discos que não traz nada de novo e que já tinha avisado que iria aparecer aqui por esta altura. Para quê inovação, quando num só registo se pode ter Leonard Cohen, Tom Waits, Lee Hazlewood ou Nick Cave em versão dueto?
Sei que não vai ser uma escolha consensual, mas esta é uma escolha consciente.
isobel campbell & mark lanegan - seafaring song
isobel campbell & mark lanegan - who built the road
Parece-me que a maioridade foi aqui atingida, apesar das centelhas de génio de registos anteriores.
É uma banda que sempre me agradou e que será (creio) mal compreendida.
the walkmen - on the water
the walkmen - i lost you
Por último a grande surpresa do ano, conforme referi na altura da apresentação deste disco.
Parece-me que passou totalmente ao lado da imprensa nacional (e de certa forma internacional), mas aposto que ao próximo disco todos irão (re)conhecer este alemão.
Vai uma aposta?
get well soon - if this hat is missing i have gone hunting
get well soon - your endless dream
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Mount Eerie With Julie Doiron and Fred Squire - Lost Wisdom
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A maquineta para as maratonas mais longas já está escolhida:
A propósito de duas rodas, quem morar perto não deve perder este evento, de carácter competitivo nos 40 e 70 kms, que passa por alguns dos mais belos trilhos da Serra da Arrábida.
Faço parte da organização, o que quer dizer que a coisa vai ser de alto nível...
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