novidades 2008 - the chap

the chap - carlos walter wendy stanley
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the chap - take it in the face
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the chap - i saw them
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Onde estão os meus amigos?
Remotas memórias
Saltitam
Pululam
Cheiros / odores / miragens
O café
O sorriso
Olá como está!
E outras encenações
A novidade
A vizinha do 3º fugiu, amanhã vem no jornal
Ai..a imperial da Munique
Os destemidos tremoços
Moços, maçons
Canalha / navalha
Pensa coração
Amigos onde estais?
A sueca com minis à mistura
O relato da bola
A malha / copo de 3
A feira do relógio
O relógio da feira
Sandes de couratos / vinho de Torres
Jogging de Marvila
Domingo
Especialmente domingo
Barbeados / dentes lavados
E martinis no plástico labrego
Alumínio / moderno / kitch / mau gosto
12 cordas / mãozinhas
Salteadores da razão perdida
Perdidos / enjaulados
Correio da manhã
O cú da vizinha do 9ºB
Regalo para a vista
Suplemento a cores com salários em atraso
E a Lisnave / petroquímica
Cancros do meu Tejo
Apodrecendo lentamente o azul das águas
E eu, impotente / cinemascope / 35 milímetros de mim
A raiva afogada entre cubas libres e pernas de mulheres
Que não são putas nem são falsas nem são nada
São pernas de mulheres e cubas libres simplesmente
Paga-se a saudade com cartão de crédito
Táxi
Leva-me para onde está o meu amor
Táxi
Leva-me para lá de mim
Táxi
Atropela-me os sentidos e a alma para não deixar vestígios
sam the kid - slides (retratos da cidade branca)
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Finalmente vejo alguém a falar sério, numa das melhores intervenções televisivas, em forma de entrevista, a que já assisti.
Obviamente isto é apenas um aperitivo, já que o homem merecia umas horitas - que seriam consideradas pedagógicas - de tempo de antena.
Entrevista aqui.
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Estamos numa altura do ano em que a banda sonora se altera de forma evidente.
Todos os depressivos saem (só voltam a entrar lá para o fim do Verão) e entram os sons mais dançantes de quando em vez.
Presença assídua e a mais importante de todos os verões é o dub.
Já todos os que costumam frequentar os jantares em minha casa sabem que, mal começa a temperatura a subir, os ritmos jamaicanos imperam pela tela etérea que preenche o espaço da cozinha para o jardim.
Antes de revisitar - como já fiz no ano passado por esta altura - alguns dos discos clássicos mais importantes, deixo 3 músicas do dub actual, que não exige muito dos ouvidos menos familiarizados e que são bons exemplos da influência que esta forma de expressão musical tem no presente.
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kieser velten - dubolution
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stereotype & soothsayer - dub club track
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dj krush - on the dubble
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Há para aí muitos concertos este ano, mas há que separar o supérfluo do essencial.
bill callahan - diamond dancer
bill callahan - honeymoon child
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No próximo domingo, mais uma edição da clássica de BTT Alvalade-Porto Côvo-Alvalade, na qual aqui o atleta vai tentar fazer os 120 km num tempo decente.
Não é uma prova muito difícil em termos de altimetria, mas sempre são 120 km...
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Mais uma novidade de 2008, este duo traz-nos uma brisa terna e planante, ideal para o pôr do sol no Verão em boa companhia.
beach house - you came to me
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beach house - gila
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Continuando o périplo pelos deprimentes anos 80, recordo uma rapariga - Sam Brown - que teve uma carreira muito abaixo do que os seus dotes vocais faziam pressupôr.
Acompanhou alguns consagrados fazendo backvocals, entre eles os Pink Floyd.
Muitos de vós dançaram e resfolegaram com as amigas(os) de ocasião, lentamente, em matinés de discotecas quando ainda havia uns minutos para os slows, que era onde a coisa acontecia.
Depois tiravam-se as dúvidas no carro ainda ao som desta música.
Aqui fica, para o bem e para o mal...
(o ponto ao que o (eter) chegou...)
sam brown - stop
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Informo que os amigos da PIA têm novo site.
A quem estiver interessado em apresentar (em festas e outros eventos) algum tipo de arte performativa nas áreas que eles dominam, não hesitem.
Vindos de um curso na Índia, o Pedro e a Helena continuam o seu processo evolutivo.
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You hand in your ticket
And you go watch the geek
Who immediately walks up to you
When he hears you speak
And says, "How does it feel to be such a freak?"
And you say, "Impossible"
As he hands you a bone
Because something is happening here
But you don't know what it is
Do you, Mister Jones?
You have many contacts
Among the lumberjacks
To get you facts
When someone attacks your imagination
But nobody has any respect
Anyway they already expect you
To just give a check
To tax-deductible charity organizations
Because something is happening here
But you don't know what it is
Do you, Mister Jones?
Well, the sword swallower, he comes up to you
And then he kneels
He crosses himself
And then he clicks his high heels
And without further notice
He asks you how it feels
And he says, "Here is your throat back
Thanks for the loan"
Because something is happening here
But you don't know what it is
Do you, Mister Jones?
Stephen Malkmus & The Million Dollar Bashers - Ballad Of A Thin Man
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Rodar nos calcanhares é, porventura, o exercício que melhor define a natureza humana, tendo em atenção tudo o que foi necessário passar até que esse movimento fosse possível.
Parece simples de explicar, mas não é.
Experimentem agora; parecendo que não, ajuda.
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Depois de a habitar durante alguns anos e fazer da bloga um espaço de excreção habitual, eis que alguém - finalmente - me compreende.
A assepsia arredada deste recanto e as provocações subliminares são finalmente compreendidas.
Agradeço profundamente ao Julinho a tarefa, que se tornaria por certo embaraçosa (já para não falar na dificuldade), de explicar as intenções subversivas, provocatórias ou mesmo de um certo desprezo pelos mecanismos formalísticos que se vão criando subliminarmente nesta forma de expressão, e que por vezes se tornam até anedóticos... (olha, agora graças ao Casanova utilizei a dita comma antes da conjunção "e") em que muitos vão caíndo.
Fiquei até comovido.
P.S. - Não posso, porém, deixar passar em claro a estupefacção pela frequência com que sou visitado...mesmo tendo em conta os parâmetros temporais em que a criatura se move.
Só uma justificação bem fundamentada poderá resultar numa acalmia da minha apreensão...
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cj
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Já há bastante tempo que o momento kitsch não aparece aqui no (eter).

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cj
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cj
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Quando visitei o México há uns anos, impressionou-me o comportamento ridículo de alguns jovens deslumbrados pelo american way of life; para dar um exemplo, imaginem uma pick-up 4x4 com uns mexicanos vestidos à cowboy, enquanto os exemplares femininos de 1,40 de altura se exibiam na caixa da carrinha com uns minúsculos bikinis que destacavam as formas avantajadas das meninas, - o que dava uma sensação de serem ainda mais baixas - umas porquinhas pequenas pintalgadas do azul, vermelho e branco correspondentes.
A propósito do desejo de semelhança, nos anos 60/70 apareceram umas gravações curiosas, das quais deixo uns exemplos:
la fachada de piedra - roaming
la libre expression - joven amante
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cj
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